COMO SOBREVIVER À IA

Interessante artigo do Hyperallergic, que analisa dois documentários que passaram recentemente pelo festival de Sundance, abordando o fenómeno da inteligência artificial sob diferentes perspectivas, não deixando ambos de apelar à acção colectiva, como a sindicalização e a exigência de transparência, e de sublinhar que, perante o avanço desenfreado da IA, a resistência humana e a defesa de práticas laborais justas são fundamentais.
“Ghost in the Machine”, de Valerie Veatch, é apresentado como uma crítica severa que liga as origens da IA a ideologias eugenistas e ao tecno-fascismo, classificando-a como um instrumento de poder e exclusão.
“The AI Doc”, de Daniel Roher e Charlie Tyrell, é comentado como uma abordagem mais pessoal e “apocaloptimista”, que mistura ansiedade e esperança, conquanto se critique a falta de rigor deste documentário ao confrontar os líderes da indústria.



